Esse e um tema bom de ser discutido pois felizmente todos nos, no dia-a-dia, fazemos diversas escolhas que envolvem a sociedade de consumo, dentre elas as roupas e objetos que usamos. Vivemos em uma sociedade onde somos distinguidos pelo jeito que somos e nao pelo jeito que nos vestimos. Nos temos a total autonomia da sermos julgados pelo jeito de sermos ou pelas roupas que usamos. Na minha opiniao as empresas deixam bem claro "compre nosso produto e sinta-se melhor e mais energumeno com ele". Nao tem como nao admirar essas empresas devido a sua capacidade em vender seu produto, e ainda por cima fazer com que as pessoas sintam-se melhores com um tenis ou uma bolsa. Isso realmente e o que deixa o capitalismo a frente de todos os outros sistemas. Jamais num sistema socialista esse brilhantismo poderia se manisfestar, todos seriamos iguais e as pessoas com talento nao teriam o destaque merecido.
E preocupante como a maioria das pessoas se deixa levar por marcas, pois os verdadeiros valores que diferenciam nos seres humanos de seres irracionais estao cada vez menores. Cada um de nos tem seu valor, e nao e necessario que uma grife comprove isso, mas enquanto ninguem se da conta, deixa que os empresarios se deem bem!

A tua opinião é interessante, mas também um pouco radical. Acho que o sistema capitalista é o sistema que não deixa o brilhantismo se manifestar, e não o socialismo, poi quantas mentes brilhantes nao tem a oportunidade de mostrar o que são capazes por falta de dinheiro? O sistema socialista daria à todos as mesmas chances. E o que nos deixa mais "energumenos" é o poder de persuasão dessas empresas, que nos dizem que para sermos melhores, temos que olhar para o proprio nariz e esquecer que o que nos torna humanos é o jeito como agimos e não o que vestimos.
ResponderExcluirRenata,
ResponderExcluirConcordo contigo que esse tema é muito interessante e se torna cada vez mais importante debatê-lo. Vivemos numa sociedade capitalista mediada pelas relações econômicas que tem como pano de fundo a desigualdade social brutal. O que fazer frente a esse contexto? Conformar-nos? Bom, temos algumas alternativas. Uma delas seria dizer não, não concordo com esse sistema e quero modificá-lo. Difícil? Aparentemente é quase impossível. Qual a solução então? Tentarmos viver da melhor maneira possível, numa busca incessante pela inclusão. Concordo com a Júlia quando ela diz que nem todos conseguem se inserir e, portanto, deixar aflorar seu brilhantismo por falta de oportunidades. Para o sistema é muito bom que essas pessoas não brilhem, pois devemos ter uma sociedade desigual para que o capitalismo exista. Estamos satisfeitos com esse modelo? Quem se beneficia? Quem é excluído? Por que o excluído se torna cada vez mais excluído? Continuemos nossas reflexões.
Um beijo.